LavoisierANDO!

Cada vez a máxima de Lavoisier (eu acho que é ele, se me lembro bem das aulas de química) de que “nada se cria, nada se perde, tudo se tranforma” é mais válida no nosso tempo, marcado pela sua “reciclabilidade”. Nesse post, serão mostrado dois exemplos.

Vamos ao primeiro: não é muito difícil encontrar uma nota danificada circulando nas ruas. Esteja ela grampeada, desenhada ou rasgada, é recolhida pelo Banco Central. E o mesmo acontece com outros milhares de notas: por ano é recolhida uma tonelada de notas que não estão próprias para o uso. 40% delas, cerca de 400 quilos, é destinada a ONG paulistana Instituto Reciclar, que além de reduzir o lixo no planeta, promove a inserção de jovens no mercado de trabalho. O papel moeda reciclado se torna agendas, blocos de nota, convites e artigos como os da foto a seguir

(Papel moeda reciclado, ainda em folhas)

O segundo exemplo é de certa forma, menos complexo pois faz parte da linha faça-você-mesmo. No site Coletivo Verde é possível aprender o passo-a-passo da transformação – muito fácil, por sinal,  de um guarda chuva quebrado na almofada abaixo (que é uma graça!)

Fontes: Revista Superinteressante e Greenvana; E um agradecimento especial à Thayná Neves, que compartilhou a SUPER matéria da Super em seu mural. 😉

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